Postado por: Priscylla Ingrend

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Livro: Meia-Idade Inteira

Autor: Angela Vieira

 Descrição: Poucas mulheres com mais de 47 anos tiveram o privilégio de receber um convite para posar nua na revista Playboy. Aconteceu com a atriz carioca Angela Vieira, em 1999, graças ao sucesso de sua personagem na novela Terra Nostra, que chamou atenção pela intensa sensualidade. Desde então, ela passou a ser conhecida como exemplo de mulher madura de indiscutível beleza e jovialidade que se identifica diretamente com a mulher moderna e inteligente do novo milênio. As receitas para se chegar a essa idade em tamanha forma são reveladas por Angela em Meia-idade inteira, uma autobiografia escrita com sensibilidade, que ensina como cuidar melhor do corpo e da mente, lançamento da Editora Globo.

Onde Comprar: http://www.relativa.com.br

Postado por: Priscylla Ingrend

Mulheres em desespero

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Inês Rodrigues *

 

O grande sucesso da TV americana no momento é um seriado que estreou há poucos meses nas noites de domingo e vem sendo campeão de audiência no horário desde então. O nome? Desperate Housewives (Donas de Casa Desesperadas). A história se passa numa rua de subúrbio, onde vivem cinco amigas, mulheres na faixa dos 40 anos. No primeiro capítulo, uma delas se suicida e assim se estabelece o suspense que, certamente, se arrastará por anos a fio: por que Marie Alice se matou? Será que ela se matou mesmo ou foi assassinada?

Mas isso é apenas pano de fundo: dentro das casas da ruazinha vão se desenrolando os dramas dessas donas de casa: há a ricaça entediada que tem um amante mais jovem, a divorciada que não conseguiu superar a separação e que acaba fisgando o novo vizinho bonitão, a ex-executiva que largou tudo para ser mãe e agora vive enlouquecida com quatro meninos endiabrados e um marido que quer tentar o quinto bebê. E há aquela toda perfeita e certinha, cuja vida conjugal não passa de aparências.

Até aí nada de tão genial. Mas, por que então tanto sucesso? A questão é que todas as quarentonas, mães, as que se mudaram das cidades grandes para os subúrbios silenciosos finalmente encontraram uma voz, um programa de TV que fala de mulheres vivendo em outro mundo, diferente daquele de Sex and the City (exibido no Brasil na TV a cabo e no Canal 21). O seriado se desenrola em meio ao dia-a-dia aparentemente nada glorioso dos problemas com as babás, a aventura de fazer supermercado com três crianças a tiracolo, as brigas com o marido que não quer ajudar na casa. Bem distante das aventuras e conquistas das quatro solteiras no coração de Nova York, frequentando lojas caras e restaurantes sofisticados.

Mas, para a classe média daqui, ser mãe não significa só abrir mão das grandes noitadas e rega-bofes da Big Apple. Há escolhas mais complicadas. Diferentemente das grandes cidades brasileiras, onde ter uma empregada ou babá é parte inquestionável da rotina dessas mulheres, aqui esses serviços são um luxo. Para contratar uma babá por tempo integral em Manhattan, a mãe trabalhadora tem que desembolsar no mínimo 2 mil dólares por mês. Ao câmbio atual, coisa de 5 a 6 mil reais. Uma empregada que passe o dia esfregando seu chão, cozinhando e lavando suas roupas também não vai custar muito menos. Uma boa creche, idem. Mesmo para a classe média daqui, que tem bases salariais bem mais altas do que as brasileiras, isso não é pouco dinheiro. Então, faça as contas e veja o quanto a mulher tem que ganhar para que os gastos compensem. E, se dinheiro não for problema, há a eterna culpa da falta de tempo para os filhos e a confusão emocional que isso provoca.

Aqui, portanto, falar em independência e conquistas tem seu preço. 95% das mulheres que conheço entre 30 e 40 anos, pensaram muito e fizeram escolhas na hora de assumir a maternidade. Boa parte (eu incluída) teve que entregar aos maridos a tarefa de sustentar a casa sozinhos por um tempo e dedicar-se somente às crianças. E, claro, nem sempre esse conforto financeiro é possível. É certo que a convivência com os filhos compensa. Mas não é fácil, por outro lado, botar na geladeira anos de uma carreira construída com suor.

Ao menos há o consolo de ver os filhos crescerem e fazer realmente parte dessa aventura. O próprio criador de Desperate Housewives, Marc Cherry, recebeu há poucas semanas um prêmio Emmy de melhor comédia na TV pelo seriado. E, no discurso de agradecimento, confessou que se inspirou na própria mãe para criar o programa. Se Cherry fosse mulher, será que ele estaria no palco agradecendo a estatueta? Ou em casa, com avental respingado de molho de tomate, arrancando os cabelos em desespero?

* Inês Rodrigues é jornalista, tradutora e mãe de dois filhos. Atuou nas editorias de artes e música em diversos veículos da imprensa brasileira como Jornal da Tarde, Editora Globo, Rádio Gazeta e Fundação Padre Anchieta. Há 6 anos fora do Brasil, já viveu na Itália e Inglaterra, e atualmente mora em Nova York.

Texto e postagem de: Priscyla Ingrend

O cardápio

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O arroz é uma ótima fonte de energia. Além disso, este alimento fornece ferro, vitaminas B e proteínas. Também rico em amido. Mas, e comer arroz com arroz? Em uma de minhas viagens pelo litoral pernambucano, experimentei esta estranha combinação. Nenhuma porção de feijão. Nada de farinha.  Não deixando no prato um vestígio se quer do tradicional almoço brasileiro: arroz e feijão.

Imagine o seguinte cardápio: arroz com peixe, ou filé, ou frango. E o acompanhamento? Com fritas, ou legumes, ou purê. Que pesadelo! Nem na Ásia onde o arroz foi, provavelmente, o principal alimento a ser consumido e a primeira planta a ser cultivada. Hoje em dia os hot-dogs já chegaram por lá. E por aqui também. Então por que insistir em empurrar solamente o pobre do branquinho (que é o arroz)?

Querem saber? O arroz sem o bom e velho feijão, de nada adianta. E até faz engordar. Pra viajar e não comer bem é melhor ficar em casa, e nessa ocasião em especial vi até os maridos comentarem: “Nunca mais reclamo do almoço preparado por minha mulher!”

Postado por: Wândella Jokastra

 

 

 

livro

 

 

A BIOLOGIA DA MULHER – ADOLESCÊNCIA, IDADE ADULTA E MATURIDADE
José Alexandre Portinho

Um guia moderno que desvenda os segredos do corpo e da saúde feminina. O livro aborda sem rodeios temas como: iniciação sexual, doenças da adolescência, tensão pré-menstrual, mioma, endometriose, métodos de fertilização, reposição hormonal e osteoporose, ilustrando tudo com histórias reais.

Maiores detalhes
Em plena era da tecnologia e da informação, muitas mulheres ainda não conhecem bem ou não lidam bem com o próprio corpo. Diversas vezes são surpreendidas por transformações que chegam com a idade e ainda se vêem atordoadas e até desconfortáveis diante da TPM, das alterações da menstruação, das modificações da sexualidade, das doenças sexualmente transmissíveis, dos nódulos da mama, da menopausa…

Com o livro A Biologia da Mulher, José Alexandre Portinho prescreve tempos de mais tranqüilidade e harmonia. Através de uma escrita clara e direta, ele ensina a mulher a gostar mais de si mesma. Une o dado técnico com a abordagem humana. Revela sua experiência clínica e mantém sempre presente a proposta de facilitar a vida das mulheres. Aborda sem rodeios temas como endometriose, mioma, transformações hormonais, métodos de fertilização e reposição hormonal, ilustrando tudo com histórias reais. As etapas de desenvolvimento da mulher devem ser experimentadas sem tabus, em plenitude, sem sofrimento, mas com responsabilidade. E as doenças, quando surgem, devem ser encaradas com o máximo de entendimento.

Como apaixonado pela causa feminina, defende não só a prevenção como uma prática de saúde, mas também que a mulher tenha amplo acesso à informação para poder reconhecer os sinais do seu corpo e cuidar-se no momento certo. A Biologia da mulher é leitura necessária, um guia do qual as mulheres que valorizam a si mesmas e (por que não?) os homens – pais, filhos, maridos e companheiros – que as têm por perto não podem prescindir.

 

 

FONTE:  www.mulhersaude.com.br

 

Postado por: Edward Pena

 Automedicação

O que pode acontecer se o paciente tomar medicamento sem prescrição médica.

Antibióticos – resistência bacteriana, que pode tornar mais complicado outros tratamentos.

Vitamina C – distúrbios gastrointestinais, cálculo renal.

Vitamina A – distúrbios neurológicos, hipertensão craniana.

 Analgésicos – lesão no estômago, sangramentos, hemorragias internas, em caso de dengue.

Fonte: Vigilância Sanitária e Escola – Agência Nacional de Vigilância Sanitária 2008

Por: Talita Gabriela

Atividade física e dieta garantem um bumbum durinho e sem celulites para o verão.

 

    É fato que a genética influencia na firmeza e no formato do bumbum, mas quem não foi contemplada com esse tipo de herança tem na ginástica uma grande aliada. Pesquisa da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostrou que os melhores exercícios para enrijecer os glúteos são os clássicos subir e descer degraus, extensão e flexão das pernas em posição de quatro apoios e agachamento, que imita o ato de sentar e levantar da cadeira. “Quem é iniciante deve começar sem carga, para evitar lesões e não ficar com o corpo dolorido. Passado o período de adaptação, que leva em torno de um mês, pode-se acrescentar peso gradualmente”, ensina o educador físico Maurício Antunes, da Triathon Academia, em São Paulo. 

    Um jeito fácil de descobrir o peso correto é fazer um teste com oito repetições. “A pessoa tem que sentir que está fazendo força, principalmente nas duas últimas vezes, e não conseguir fazer a nona repetição”, ensina a personal trainer Fernanda Garcia, da Clínica Physio Center, no Rio de Janeiro. Para potencializar o resultado, Maurício Antunes indica executar os movimentos lentamente, atentar à postura, para não machucar os joelhos, o quadril e a coluna, e não trabalhar o bumbum todo dia. “Após ser estimulada com a ginástica, a musculatura precisa de cerca de 48 horas, ou 72 se o treino for muito pesado, para se recuperar e crescer”, explica ele.

Além da ginástica localizada
Para que o músculo trabalhado “apareça”, é preciso reduzir a camada de gordura que o cobre. É essa adiposidade que dá o aspecto arredondado ao bumbum, mas, em excesso, o deixa mole e cheio de celulite. Daí a recomendação de fazer também uma dieta balanceada e pobre em gordura e açúcar e uma atividade aeróbica por, pelo menos, meia hora por dia, três vezes por semana.

A postura é outra que conta pontos. “Às vezes, a pessoa acha que tem um bumbum achatado quando, na verdade, tem má postura. O quadril projetado à frente, por exemplo, não só compromete o volume dos glúteos como deixa a barriga saliente. Nesse caso, não adianta caprichar no treino se não fizer alongamento e corrigir a postura com pilates ou RPG”, avisa o educador físico Maurício Antunes.

Para agilizar o resultado
Ao combinar atividade física com dieta é possível sentir uma melhora no tônus em cerca de dois meses. Para quem tem pressa, a dermatologista Mônica Linhares, da Clínica Espaço Saúde, no Rio de Janeiro, sugere um shake de aminoácidos manipulado à base de arginina, glicina e HMB. “Juntos, eles estimulam a produção do hormônio de crescimento e da testosterona para otimizar o ganho de massa muscular e melhorar a firmeza da pele. O efeito surge a partir de duas semanas se a pessoa tomar a bebida uma hora depois da ginástica”, afirma a médica. Vale lembrar que a prescrição é individualizada e leva em conta o gasto calórico de cada pessoa, o tipo de exercício praticado e o peso corporal.

 

FONTE: http://www.oficinadamoda.com.br/dicas_moda.php?DICAS-DE-MODA&categoria_dica=10

Por: Talita Gabriela

 

             Que medo é esse que vive perseguindo as mulheres de todo o mundo? Elas já não são mais as mesmas depois que passaram a conviver com ele. Outras, ao contrário, conseguiram dar a volta por cima e o venceram. O câncer de mama é o que mais atinge as mulheres no Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Ele ocorre quando as células da mama passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma desordenada, atingindo as células dos ductos das mamas. Em pleno século 21, elas não se preocupam mais com a estética e sim com a saúde.  As buscas pelos tratamentos passam a ser mais intensa a cada novo caso.

            São vários os tipos de tratamentos para esse câncer. Radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia estão entre eles. Radioterapia é o tratamento à base de aplicação de radiação direcionada ao tumor. A radiação bloqueia o crescimento das células, e deve ser utilizada apenas na área afetada, evitando atingir o tecido normal. As aplicações duram cerca de vinte minutos e devem ser feitas diariamente, variando de vinte e cinco a trinta aplicações. Já a quimioterapia consiste no uso de medicamentos potentes. É também usada para completar a cirurgia, podendo começar antes ou depois da operação. O tratamento é feito com soro. Ele age em no corpo, visando evitar a volta do tumor e o aparecimento em outros órgãos. É totalmente diferente da cirurgia e da radioterapia, que tem efeito local. Outro tratamento, pouco utilizado, é a hormonioterapia, que consiste na ingestão de um a dois comprimidos por dia durante não menos que dois anos. Segundo a mastologista Susie Nobre do Cremepe, Membro da Câmera Técnica de Mastologia, “está em fase experimental um tratamento com novas drogas, e hoje ainda não temos uma terapia que impeça o aparecimento do câncer de mama. O que podemos fazer é a detecção precoce e, além disso, nem todas as mulheres têm acesso a exames periódicos”, afirma.

            Jacinta Oliveira, 42 anos, professora, mãe, avó e dona de casa, já teve câncer de mama e afirma que foram momentos ruins, difíceis, “Tive que fazer várias sessões de quimioterapia, freqüentei médicos diariamente. Graças a Deus não sofri nenhum preconceito, pelo contrário, as pessoas que conviveram comigo na situação que eu me encontrava, me deram apoio, me acolheram em seus braços e hoje posso dizer que venci que sou mais uma mulher guerreira”. Jacinta, hoje, não sofre nenhum problema psicológico porque teve um grande apoio de sua família, dos amigos, do seu psicólogo e dos parentes distantes, ela garante que sua imagem pessoal não foi afetada. Depois da cirurgia, passou a fazer exercícios físicos diariamente, o que a ajudou a recuperar a força no ombro e no braço. Jacinta agradece a Deus todos os dias porque conseguiu detectar o câncer em seu estágio inicial. “O meu maior medo era que ele já estivesse se espalhado para outras partes do meu corpo, o que chamamos de metástase”.

            De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres. Atinge cerca de 51 delas a cada cem mil mulheres, sendo a região Sudeste a mais afetada.  Para a mastologista, o mais importante na luta contra essa patologia é a prevenção. “Tem que ser avaliado os fatores de risco de cada paciente que estão sendo acompanhados, e se existe alguma predisposição genética. Também é bom fazer exames de rotina, principalmente naquelas que têm antecedentes na família.

            O câncer de mama é uma doença que, quando detectada em sua fase inicial, são altas as chances de cura.

Por: Talita Gabriela

 

Você sabia que lavar os mamilos com sabonete pode ressecá-los ainda mais, provocando mais rachaduras?

Substitua o sabonete pela água que não causa nenhum problema, ou lave os mamilos com o próprio leite que vai agir como cicatrizante e hidratante da pele.

Outra dica importante é durante toda a gestação, expor os seios ao sol (entre 7 e 10 da manhã e após as 16 horas) por pelo 15 minutos ao dia. Isso tornará a pela do local mais forte e resistente aos microferimentos causados pela sucção do bebê no ato da amamentação.

 

Por: Talita Gabriela

Que tal um delicioso pão de chocolate para seu lanche do dia?

Pao de chocolate

Ingredientes

 Massa:

500 gramas de farinha de trigo
2 tablete(s) de fermento biológico fresco
3 colher(es) (sopa) de açúcar
1 colher(es) (chá) de sal
3 unidade(s) de ovo
3/4 xícara(s) (chá) de manteiga Mococa
600 gramas de chocolate meio amargo
1 unidade(s) de gema de ovo batida(s)
4 colher(es) (sopa) de creme de leite Mococa

Modo de preparo:

Massa

Divida a farinha de trigo em 4 partes iguais. Junte a uma delas o fermento dissolvido em 1/2 copo de água morna, formando uma massa mole. Deixe dobrar o volume em local quente. Peneire o restante da farinha sobre a mesa e faça uma cova no meio. Coloque aí o açúcar, o sal, os ovos, e a primeira massa fermentada. Comece a misturar os ingredientes com as pontas dos dedos e vá juntando, à medida que for preciso, 1/2 copo de água morna. Trabalhe a massa até que ela se desprenda facilmente das mãos e da mesa. Junte aos poucos a manteiga, que deverá estar na mesma temperatura que a massa. Uma vez bem incorporada, deixe crescer em local aquecido (numa tigela coberta com um pano) até dobrar de volume.
Faça os pãezinhos, fazendo primeiro uma bola pequena e a seguir dando uma forma alongada.
Coloque sobre uma assadeira untada e enfarinhada, e deixe crescer por mais 1 hora. Pincele a seguir cada pãozinho com a gema batida e leve ao forno quente.  Enquanto isso rale o chocolate e leve ao fogo em banho-maria apenas para derreter, sem deixar que tome muito calor. Retire do fogo junte o creme de leite e misture tudo muito bem, trabalhando com movimentos delicados, mas regulares.

Corte ao meio cada pãozinho, espalhe uma boa camada de chocolate e depois torne a uni-los. Sirva a seguir.

Dica: para preparar um pão grande proceda da mesma forma, colocando o chocolate sem derreter, apenas cortando em pedacinhos. O calor da massa derreterá o chocolate. 

 

FONTE: http://cybercook.terra.com.br/receita-de-pao-de-chocolate.html?codigo=8755

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